Disúria e Distúrbios Disentéricos - os Arquivos

junho 26, 2003

A minha professora de piano me falou que existia um lugar chamado João Sebastião Bar.

Eu achei legal.

Anônimo - 17:30
junho 25, 2003

Quando eu fui ao recém inaugurado Carrefour Villa-Lobos com a minha mãe, uma mulherzinha sorridente do setor de frutas exóticas começou a falar ininterruptamente sobre uma fruta estranha quando eu apontei a tal fruta e disse: "Olha, mãe, parece uma coisa do fundo do mar."

E ela tanto falou que aquilo era o máximo, que era docinho, que era isso, que era aquilo, que acabamos levando o negócio. Pois bem, o dito negócio se chama Kino e é da Colômbia, ou da Venezuela, ou de algum outro país cheio de frutas exóticas que parecem coisas do fundo do mar. Vejam só que coisa linda:


UMA ESTUPENDA E SUCULENTA FATIA DE KINO!
O autor da Mafalda, diria a minha mãe... hehehe.


Realmente é uma fruta bonita. Embora por fora tenha a aparência de um baiacu ou de um nudibrânquio espinhudo, por dentro é de uma linda cor, parece esmeralda. Aliás, segundo a mocinha sorridente, quanto mais verde por dentro, mais maduro o Kino. Lindo, lindo. OK. Vamos comer.

Tem gosto de pepino.


E só descobrimos isso após horas de degustação. Ou seja, tivemos pepino de sobremesa. Portanto, não comprem Kinos.

Este foi mais um serviço de utilidade pública com a qualidade
Disúria e Distúrbios Disentéricos, que é mais ou menos o que se deve ter depois de comer um Kino inteiro.

Anônimo - 01:16
junho 24, 2003

Outro dia eu estava dando uma olhada nos arquivos deste blog e achei um post grandão que eu fiz no aniversário da minha irmã. Eu também fiz um post no aniversário do meu pai.

E hoje é o aniversário da minha mãe. Só que já é quase meia-noite e eu não conseguirei fazer um post decente tão rapidamente.

Então basta dizer que ela é minha melhor amiga e que no dia em que eu conseguir ser uma mãe, uma profissional, uma amiga - em suma, uma pessoa - como ela, eu estarei feliz.

Uia, no final das contas este foi um post decente.

PS.: Acho que estou aprendendo a ser objetiva.

UPDATE



Anônimo - 23:57


Comentário deixado no post sobre o meu escorpião de pelúcia (está aí embaixo em algum lugar, procurem):

"é luiza... agora quando você se sentir desconfortável na cadeira, você pode usar o seu novo bichinho de pelúcia como almofada, dai você poderá sair por ai dizendo que cê sento num picasso. huahuahuahuahuahuahua" -
PH

Piada que denigre apenas a imagem do comentador:

É mesmo, PH? Sinal de que você já sentou no Picasso e achou confortável, não?


Piada que denigre tanto a minha imagem quanto a do comentador (ignorem a parte que denigre a minha imagem):

É, PH... aposto que você está com inveja porque não tem um Picasso igual ao meu.


Anônimo - 23:34


bedelho

s. m., tranqueta ou ferrolho¹ de porta que se levanta por meio da aldrava²; rapazelho; criançola; fedelho; pequeno trunfo, no jogo de cartas; fig., meter o —: intrometer-se sem ser chamado.

¹ ferrolho
do Lat. veruclu

s. m., tranqueta corrediça de ferro, para fechar portas ou janelas; ant., contribuição directa municipal, no concelho da Feira; por ext. aldrava².

² aldrava

s. f., vd. aldraba³.

³ aldraba
do Ár. aldabba

s. f., tranqueta; trinco; ferrolho com que se fecha a porta; peça metálica para bater às portas.

Aff...



Anônimo - 23:21


"Luiza, considero que você poderia ter ido muito melhor e se não foi sugiro que se pergunte porquê. Digo isto não pelo resultado em si, que sem dúvida é bom, mas porque talvez lhe falte uma 'pitada' de objetividade e concentração. Pense nisto."

Sabem aquela prova de Química que eu achei que tinha gabaritado? Pois é, tirei sete.

No entanto, acho que este bilhete aí em cima valeu muito mais do que um dez ou coisa que o valha. Essa é uma daquelas coisas que a gente ou não sabe ou não quer ver, mas que quando uma pessoa à qual damos credibilidade nos diz (principalmente de forma tão clara e franca), cai como um tijolo na nossa cabeça.

Caramba, é mais do que óbvio que eu preciso de objetividade e concentração. É claro que eu preciso levar em conta que a prolixidade pode ou não ser uma qualidade. Às vezes, mais vale ser objetiva do que dar duzentas mil voltas e explicar todos os pormenores de uma coisa que, na realidade, é simples. Não ser objetiva pode acarretar em deslizes (e foi bem o que aconteceu nesta prova). Depois da correção, fui lá falar com o professor sobre o que ele tinha escrito e, dentre muitas outras coisas assustadoramente óbvias e importantes, ele me disse:

"Enquanto você não for fodona (no melhor sentido da palavra), limite-se a ser objetiva."

Eu vou fazer um quadro com os dizeres acima e pendurá-lo em um local bem visível do meu quarto. Sempre que passar pela frente dele, vou parar e repetir três vezes para mim mesma esta frase, como um mantra. E sempre que alguém me perguntar qual é o meu sonho, eu direi que o maior deles é um dia me tornar fodona (no melhor sentido da palavra); mas que, enquanto isso não acontece, limitar-me-ei a ser objetiva.

Tá, exagerei bastante. Mas vocês entenderam a importância que isso teve, certo?

Só para exemplificar, vejam só como eu viajo para responder às questões:

1. As ligações inter-atômicas são sempre feitas utilizando-se pares de elétrons. Como se entende, no contexto dos modelos atômicos, que isto seja possível se ambas as partículas responsáveis por manter os átomos ligados têm cargas elétricas de mesma natureza (negativas) e, portanto, devem se repelir?

As ligações inter-atômicas só são possíveis entre os pares de elétrons de valência, ou seja, das camadas mais externas, pois não seria possível haver sobreposião de órbitas de elétrons devido à força de repulsão elétrica que haveria entre eles. No entanto, o modelo diz que seria possível realizar ligações inter-atômicas com os elétrons de valência. Isso ocorre porque carga elétrica em movimento (os elétrons, por exemplo) geram campo magnético. Portanto, se os elétrons de dois átomos estão girando em direções opostas, serão gerados dois campos magnéticos de diferentes polaridades. Com isso, os átomos estariam magneticamente atraídos. No entanto, há a força de repulsão elétrica gerada pela carga negativa dos elétrons de ambos os átomos. A ligação só se dá, segundo o modelo, porque a força de repulsão elétrica cresce linearmente, enquanto a força de repulsão magnética cresce exponencialmente* na medida em que os dois átomos se aproximam. A resultante entre elas, portanto, será zero em um dado momento, e neste momento a substância se estabilizaria.


* Estas bolas estão trocadas, é exatamente o contrário. Agora, me digam se não era muito mais inteligente ter acertado isso e explicado um pouco mais resumidamente toda a questão?

Anônimo - 20:39
junho 23, 2003

Vejam o comentário deixado no post das 12h54 do dia 21 de junho:

"Catso, escola de gay? Justo hoje, Dia Nacional do Orgulho Gay? Fale sério, vá." - dipnlik

Ora, senhor! Dia 21 de junho não é o Dia Nacional do Orgulho Gay. No dia 22 teve a Parada Gay, mas o Dia Nacional do Orgulho Gay é 28 de junho.

Hm, tem mais alguma coisa importante no dia 28 de junho... o que era, mesmo? Não estou conseguindo me lembrar...

Ah, sim!

É o aniversário do Zureta!

Anônimo - 17:35
junho 22, 2003

Eu tenho vários bichos de pelúcia legais. Na verdade, nunca gostei muito de ursinhos cheios de lacinhos e coisa e tal, mas o meu gosto por bichos exóticos aumentou ao longo do tempo. Nos últimos anos, adquiri um búfalo chamado Antônio Ataliba Leonel, uma lagosta chamada Sebastião, uma árvore com três esquilos chamados Pavarotti, Domingos e Carreras, um schnauzer chamado Fritz, um racum chamado Madruguinha, um leopardo chamado Haroldo e um sapo chamado Sapo.

Mas nada se compara ao bicho que eu e a minha irmã compramos hoje (sim, ele é "nosso"):



Sim, senhores! É um escorpião de pelúcia! O nome dele é Picasso e ele mora em cima do meu monitor. Aliás, ele é bem grandinho... de comprido, ocupa mais do que a largura de um monitor de 15 polegadas.

Digam se não é exótico!

Anônimo - 21:26


Férias perfeitas consistem basicamente em um lugar isolado, frio, com uma vista bonita, uma lareira e uma escrivaninha rústica com uma vela, papel e lápis. E silêncio, muito silêncio.

OK, voltemos à vida real.

Anônimo - 02:33




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